não digam nada... até tenho medo de dizer alto
mas...
JÁ SOU EFECTIVA!!!
:):):)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
28...
já cá cantam!!!
Do meu aniversário...
companhia de amigos
alguns copos
dança qb
muita alegria
bom sexo
alguma família
lágrimas de felicidade
poucos doces
excelente surpresa
Enfim... foi um aniversário fantástico!
Sinto-me muito feliz por ter feito 28 anos
Do meu aniversário...
companhia de amigos
alguns copos
dança qb
muita alegria
bom sexo
alguma família
lágrimas de felicidade
poucos doces
excelente surpresa
Enfim... foi um aniversário fantástico!
Sinto-me muito feliz por ter feito 28 anos
sábado, 8 de maio de 2010
Palpitações
por causa da erva... já não tava habituada... mas soube-me bem. Bateu forte, muito forte e bem depressa.
domingo, 2 de maio de 2010
Amor no femenino...
(no meio da minha papelada velha)
Bem, cá estou eu a escrever mais uma vez não para ti mas sobre ti. Nem vale a pena tentar contabilizar as vezes que já o fiz pois foram tantas que já lhe perdi a conta.
Tenho-me lembrado com muita frequênciade de uma tarde que passámos juntas mas, não sei bem porquê, hoje apeteceu-me escrever sobre ela.
Tínhamos chegado do hospital, tinham-te magoado no pulso e, ao fim de alguma insistência, lá resolveste ceder e ir ver o que realmente se passava. Convidei-te para subires um bocadinho antes de ires para casa. Aceitaste. Fomos para o meu quarto, deitámo-nos nesta cama onde me encontro agora. Brincámos um pouco, beijámo-nos, até que o teu telefone tocou. O telefonema nunca mais acabava, tu já estavas com aquele ar que fazes quando estás a apanhar uma seca mas tens vergonha de dizer. Eu claro, não resisti, e enquanto o telefonema decorria, resolvi levantar-te a camisola e começar a beijar a tua barriga que, como sempre, estava doce e macia. Tu tentavas não perder o norte à conversa nem a concentração mas, conforme eu te beijava o umbigo, tu controcias-te e eu sentia-te arrepiada e via na tua expressão o esforço que fazias para te controlares.
Finalmente o telefonema acabou! Já não era sem tempo. Estavas dói-dói e pediste-me que te beijasse as costas. Viraste-te de barriga para baixo com a cabeça na minha almofada e eu deitei-me em cima de ti. Comecei por te beijar o pescoço, depois fui descendo, ao mesmo tempo que te beijava, ia acariciando o teu corpo. Resolvi ir mais além, apetecia-me sentir-te, estavas numa das minhas posições favoritas, também eu gosto de estar assim e ter alguém a beijar-me e a tocar-me. Então comecei a tocar-te, desapertei-te as calças, tu movimentaste o teu corpo por forma a ficares mais à vontade e para que eu melhor te pudesse sentir. Senti-te húmida, cheia de desejo, os teus suspiros disso eram sinónimo, estavas quente. Toquei-te, acariciei-te, penetrei-te e tu, tu vieste-te e foi tão bom eu sentir na minha mão os espasmos do teu prazer. Continuei e tu continuavas disposta a mais. Perguntei-te se querias que parasse, respondeste que não e eu segui o teu desejo. Voltei a sentir-te, senti o teu orgasmo, foi maravilhoso e é uma sensação para a qual não consigo encontrar palavras. Eu própria, com os movimentos que fazia em cima de ti, e ao sentir as tuas movimentações, fui arrebatada por um orgasmo maravilhoso, explodindo de prazer. Sentia-me húmida, feliz e saciada por te ter amado, por te ter sentido. Quando parei as gotas de suor escorriam-te pela cara e eu só tive vontade de te beijar, beijar e beijar. E assim ficámos a olhar uma para a outra até a nossa respiração estar mais controlada e até termos forças para nos levantarmos.
Foste-te embora, aquele momento de prazer tinha acabado mas tu quiseste perpetua-lo e mandaste-me mensagem a dizer que a minha reacção ao teu desejo tinha-te feito aproveitar o momento ao máximo e que há muito que ninguém te fazia sentir como eu o fiz. Para mim, que não tinha qualquer tipo de experiência com o sexo femenino até me envolver contigo, foi muito bom de ouvir, ainda que apenas me tenha limitado a fazer em ti o que gosto que façam em mim. É tão bom sentir a entrega que temos uma à outra cada vez que estamos juntas.
Bem, cá estou eu a escrever mais uma vez não para ti mas sobre ti. Nem vale a pena tentar contabilizar as vezes que já o fiz pois foram tantas que já lhe perdi a conta.
Tenho-me lembrado com muita frequênciade de uma tarde que passámos juntas mas, não sei bem porquê, hoje apeteceu-me escrever sobre ela.
Tínhamos chegado do hospital, tinham-te magoado no pulso e, ao fim de alguma insistência, lá resolveste ceder e ir ver o que realmente se passava. Convidei-te para subires um bocadinho antes de ires para casa. Aceitaste. Fomos para o meu quarto, deitámo-nos nesta cama onde me encontro agora. Brincámos um pouco, beijámo-nos, até que o teu telefone tocou. O telefonema nunca mais acabava, tu já estavas com aquele ar que fazes quando estás a apanhar uma seca mas tens vergonha de dizer. Eu claro, não resisti, e enquanto o telefonema decorria, resolvi levantar-te a camisola e começar a beijar a tua barriga que, como sempre, estava doce e macia. Tu tentavas não perder o norte à conversa nem a concentração mas, conforme eu te beijava o umbigo, tu controcias-te e eu sentia-te arrepiada e via na tua expressão o esforço que fazias para te controlares.
Finalmente o telefonema acabou! Já não era sem tempo. Estavas dói-dói e pediste-me que te beijasse as costas. Viraste-te de barriga para baixo com a cabeça na minha almofada e eu deitei-me em cima de ti. Comecei por te beijar o pescoço, depois fui descendo, ao mesmo tempo que te beijava, ia acariciando o teu corpo. Resolvi ir mais além, apetecia-me sentir-te, estavas numa das minhas posições favoritas, também eu gosto de estar assim e ter alguém a beijar-me e a tocar-me. Então comecei a tocar-te, desapertei-te as calças, tu movimentaste o teu corpo por forma a ficares mais à vontade e para que eu melhor te pudesse sentir. Senti-te húmida, cheia de desejo, os teus suspiros disso eram sinónimo, estavas quente. Toquei-te, acariciei-te, penetrei-te e tu, tu vieste-te e foi tão bom eu sentir na minha mão os espasmos do teu prazer. Continuei e tu continuavas disposta a mais. Perguntei-te se querias que parasse, respondeste que não e eu segui o teu desejo. Voltei a sentir-te, senti o teu orgasmo, foi maravilhoso e é uma sensação para a qual não consigo encontrar palavras. Eu própria, com os movimentos que fazia em cima de ti, e ao sentir as tuas movimentações, fui arrebatada por um orgasmo maravilhoso, explodindo de prazer. Sentia-me húmida, feliz e saciada por te ter amado, por te ter sentido. Quando parei as gotas de suor escorriam-te pela cara e eu só tive vontade de te beijar, beijar e beijar. E assim ficámos a olhar uma para a outra até a nossa respiração estar mais controlada e até termos forças para nos levantarmos.
Foste-te embora, aquele momento de prazer tinha acabado mas tu quiseste perpetua-lo e mandaste-me mensagem a dizer que a minha reacção ao teu desejo tinha-te feito aproveitar o momento ao máximo e que há muito que ninguém te fazia sentir como eu o fiz. Para mim, que não tinha qualquer tipo de experiência com o sexo femenino até me envolver contigo, foi muito bom de ouvir, ainda que apenas me tenha limitado a fazer em ti o que gosto que façam em mim. É tão bom sentir a entrega que temos uma à outra cada vez que estamos juntas.
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