
A noite tinha começado da melhor forma e nada fazia prever que ia acabar melhor ainda...
Ele chega a casa exausto, depois de um dia cansativo de trabalho, ela, estava à sua espera, com o seu ar doce e sensual que transbordava a imensa vontade que tinha de o sentir e de se libertar de todo o desejo acumulado ao longo do dia.
Ele foi tomar banho e ela, quando ele saiu, já tinha preparado um jantar romântico, à luz das velas e com uma boa música, um ambiente propício para lhes despertar os sentidos.
Sabendo que ele não lhe iria conseguir resistir, vestiu a sua melhor lingerie, uma que ele lhe tinha oferecido para uma ocasião especial.
Durante o jantar os olhares de desejo de ambos foram uma constante, o roçar de pernas por baixo da mesa, o morder de lábios cheios de sensualidade que pareciam dizer "saboreia-me", as palavras sensuais, a energia que emanava dos corpos, enfim, uma mística e um desejo irascível, que pairava no ar e deixava adivinhar o que viria a seguir.
Excusado será dizer que não chegaram à sobremesa, pois o apetite sexual falou mais alto e entregaram-se à vontade de se amar.
Envolvidos pelo momento, por aquele desejo ardente que os deixava em grande efervescência sexual, foram para o quarto, ao mesmo tempo que se beijavam com grande gozo, e tentavam não tropecar em nada. Chegados ao quarto, ela atirou-o para cima da cama, tal era a sua vontade de tomar as rédeas da situação. Ele, como é evidente, deixou-se dominar por aquela mulher sequiosa de se libertar de tanta líbido.Ela, conhecendo-o melhor do que ninguém, sabia perfeitamente como deixar o seu homem completamente louco. Deitou-se em cima dele fazendo-o sentir todo o calor que lhe emanava do corpo e todo aquele desejo que estava ao rubro e, fazendo movimentos de vai e vem por cima dele, beijou-o, mordiscou-o, lambeu-o e saboreou-o. Da orelha foi até ao pescoço, do pescoço passou pelos mamilos, foi descendo até à barriga, depois, quando o desejo dele estava tão evidente, acariciou-lhe o pénis, abocanhou-o e, com o calor da sua boca e os movimentos da sua língua, sentiu aquela vibrante pujança sexual.
Os suspiros de ambos intensificavam-se, o calor dos corpos aumentava, a respiração tornava-se mais ofegante e o desejo que tinham de se amarem era cada vez mais notório.
Ela, em cima dele, fez com que ele a penetrasse com um toque de doçura mas uma intensidade inexplicável, ao mesmo tempo que se ia balanceando e roçando a sua vagina para disfrutar do máximo de prazer.
O desejo era tanto que não conseguiram controlar-se e explodiram em simultâneo num orgasmo arrebatador e delicioso.
A noite de facto tinha começado bem, muito, muito bem...
Adormeceram agarrados, enrroscados no conforto um do outro com os corpos ainda suados, a respiração ainda acelerada e um odor próprio de quem se tinha acabado de amar de uma forma tórrida e apaixonada.
A meio da noite ele acordou, cheio de apetite e desejoso de comer algo doce para complementar a noite. Dirigiu-se ao frigorifico e viu a sobremesa, morangos, ananás e chantily. Agarrou na taça e, ao fechar a porta, lá estava ela, nua, ainda não totalmente recuperada daquele libertar de energias acumuladas, mas que já deixava transparecer, através do olhar e da postura, uma vontade crescente de ser novamente amada. Ele, ao perceber que poderiam disfrutar de um novo e intenso momento de prazer, passa o dedo pelo chantily e fê-la saborear através da sua boca. Ela fecha os olhos e sente um arrepio que lhe percorre o corpo e se torna notório pelos mamilos erectos e pela pele de galinha. Aquele homem, que tão bem conhecia as fraquezas da sua mulher, pega nela e deita-a em cima da mesa da cozinha. Faz, então, deslizar um morango pelo seu corpo e ela, vulnerável, e cheia de um desejo e de uma excitação crescentes, solta gemidos de prazer que fazem com que ele intensifique ainda mais os seus movimentos e as suas acções. Em cima dos mamilos coloca-lhe duas rodelas de ananás que degusta com a língua de uma forma apaixonada. Ao longo da barriga vai deixando uma linha de chantily que lhe chega à vagina, excitada e húmida, tal era a evidência do desejo. Com a vagina completamente depilada, ele verte-lhe algumas gotas de chantily com as quais se delicia num beijo intenso e profundo, ao mesmo tempo que a penetra com os dedos.
Ela, não resistindo, deixa-se libertar por completo e vem-se com uma intensidade arrebatadora. Mas ele não se contenta, quer mais, quer ter e dar-lhe mais amor e mais prazer. Então, agarra-a e penetra-a com um evidente fulgor sexual para que ela possa sentir todo o seu arrojo. Os movimentos em cima da mesa, com ele desta vez por cima, são tão ritmados como são a respiração e os gemidos de prazer.
Amam-se, o cheiro doce daquele momento deixa-os inebriados, os corpos pegajosos e lambuzados deixam transparecer que aquela foi a melhor sobremesa que algum dia comeram.
Os movimentos ritmados dos corpos continuam e proporcionam-lhes novamente uma explosão simultanea de prazer e ali ficam, deitados em cima da mesa, a contemplar com deleite aquele momento...
Nota - Esta história é pura ficção, foi fruto da minha imaginação e surgiu de uma brincadeira e de um desafio...